Em busca de Columbano, largámos o carro no Chiado, tomámos um café na Brasileira, saudámos o Pessoa e fomos abraçadas por um sol de Fevereiro dionisíaco. A conversa fluiu naturalmente, vagueando por sentimentos, factos, realidades, pessoas. Na rua Serpa Pinto, visitámos o restaurado Museu do Chiado. Belíssimo. Columbano no seu melhor (arrisco-me a dizer que ao mesmo nível de Sargent e Sorolla que vi no Thysen em Madrid). Uma exposição arejada, bem organizada, conquanto com comentários pouco objectivos e demasiadamente arrojados. A ver. |
1 Comments:
Ai, que essa combinacão "Chiado-café-Brasileira-Sol" me tortura o espírito... A ver se me compenso com umas coffe shops (que é a versão Holandesa da coisa) ou Van Goghs por aqui. E panquecas, claro.
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